Mais coisas do Chile! Em se tratando de comida, há sempre algo a ser dito de lá. Esse é o chacarero, sanduíche feito de pão (não é doce como o de hamburguer, mas lembra), tomate em rodelas temperadinho, porotos verdes cozidos (na verdade é uma vagem), ají chileno verde picado e um ou dois bifes finos, na chapa. Ah, e se quiser, ponha maionese. Fica bom, viu?
terça-feira, 20 de maio de 2008
Completo italiano - com Pebre chileno
Completo italiano é a forma mais comum de se comer cachorro quente no Chile. Trata-se do pão, salsicha vienesa, palta hass (que é o avocado) com sal (e nada mais) e maionese. O meu, para completar, fiz um Pebre, acompanhamento típico chileno, que preparei da seguinte forma:
1 tomate médio picadinho
1/2 cebola roxa picadinha
2 galhinhos de coentro
suco de 1 limão
1/3 de xícara de chá de azeite
E, na falta do ají chileno, piquei bem picado 1/3 de jalapeño, sem sementes
Sal
Misture tudo e é só servir. Gosto muito desse Pebre.
Aqui eu usei pão francês, mas lá o pão usado é semelhante ao nosso de cachorro-quente, mas não é tão doce.
terça-feira, 13 de maio de 2008
Ruta del Vino - Viu Manent
Optamos por almoçar na própria vinha. Eu escolhi por carneiro com arroz de açafrão e nos foi oferecido um dos vinhos top da casa, um Malbec Single Vineyard 2006, que aceitamos na hora!
domingo, 4 de maio de 2008
sexta-feira, 11 de abril de 2008
É difícil cozinhar sem carboidratos
Eu estava tentando seguir pela primeira vez na vida uma dieta de emagrecimento de verdade, e ela era bem restritiva (embora eu saiba que esse negócio de restringir demais comigo não funcione). Comprei até livro para ver se me animava... Nos primeiros 14 dias teria que praticamente abolir carboidratos. Acontece que isso não se sustentou porque a partir do segundo dia da dieta, até o quarto dia, fiquei me sentindo muito fraca. Pensei de início que não era a dieta que me deixava fraca, mas sim as poucas horas de sono, pois embora não estivesse comendo carboidrato, estava comendo bem. Mas era mesmo a dieta! pois essa noite eu dormi muito bem e boas horas. Sem falar que no terceiro dia a balança marcou um quilo a mais (como assim??? hehehe).
Ainda preciso perder os quilos que ganhei depois de dois anos de casamento (no mínimo). Mas o negócio de restringir absolutamente os carbs por 14 dias para mim é complicado. Vou inserir a partir de já pelo menos uma fruta ou um pouco de carboidrato (mas nada refinado), senão não dou conta!
Tirei duas fotos de dois dos cardápios restritivos. Embora eu tenha variado as carnes (magras - não era a dieta do Dr. Atkins não), as fotos são ambas dos dias em que fiz frango.
Na minha loucura de sempre, foi de improviso, sem grandes planejamentos anteriores ou receitas. E a segunda preparação funcionou bem para mim.
Ainda preciso perder os quilos que ganhei depois de dois anos de casamento (no mínimo). Mas o negócio de restringir absolutamente os carbs por 14 dias para mim é complicado. Vou inserir a partir de já pelo menos uma fruta ou um pouco de carboidrato (mas nada refinado), senão não dou conta!
Tirei duas fotos de dois dos cardápios restritivos. Embora eu tenha variado as carnes (magras - não era a dieta do Dr. Atkins não), as fotos são ambas dos dias em que fiz frango.
Na minha loucura de sempre, foi de improviso, sem grandes planejamentos anteriores ou receitas. E a segunda preparação funcionou bem para mim.
Este é um frango grelhado em pouca manteiga com gergelim branco e pimenta branca. Salpiquei flor de sal depois de pronto. Acompanhado de salada de rúcula, alface e pepino e ovos de codorna (aliás, eu quero um descascador de ovos de codorna! :).
A conclusão que cheguei é de que é infinitamente mais fácil cozinhar (bem) sem carne do que sem carboidratos.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Imcompatibilidade alimentar
Achei que essa reportagem da Folha de São Paulo levantou uma questão interessante: a incompatibilidade alimentar entre os casais.
Não posso dizer que sofremos, eu e o Mario, desse problema. Porém, embora a gente compartilhe de gostos e impulsos parecidos, temos nossas diferenças. Ele tem a pentelhice de me elencar todos os benefícios da cebola cada vez que me recuso a come-la crua e ácida. Não gosto do gosto persistente e amargo da cebola crua na boca. E o fedor, então? E tem o alho: se está cru ou exageraram nele, não tenho graaandes problemas com o sabor, mas fico com a sensação de indigestão por um bom tempo. Eu já avisei minha família inteira de que o Mario não gosta de bacalhau, sardinha, atum enlatado e aliche. Depois de várias situações engraçadas e pensando que ele tem um imã para esses peixes, já deixei todos precavidos para que ele não se sinta constragido a comer nada disso de novo. :)
O link para a reportagem está aqui.
Não posso dizer que sofremos, eu e o Mario, desse problema. Porém, embora a gente compartilhe de gostos e impulsos parecidos, temos nossas diferenças. Ele tem a pentelhice de me elencar todos os benefícios da cebola cada vez que me recuso a come-la crua e ácida. Não gosto do gosto persistente e amargo da cebola crua na boca. E o fedor, então? E tem o alho: se está cru ou exageraram nele, não tenho graaandes problemas com o sabor, mas fico com a sensação de indigestão por um bom tempo. Eu já avisei minha família inteira de que o Mario não gosta de bacalhau, sardinha, atum enlatado e aliche. Depois de várias situações engraçadas e pensando que ele tem um imã para esses peixes, já deixei todos precavidos para que ele não se sinta constragido a comer nada disso de novo. :)
O link para a reportagem está aqui.
sábado, 15 de março de 2008
España
Para homenagear meus ascendentes espanhóis e os do meu marido também, o nosso almoço hoje teve como fonte o livro de tapas que ganhei de aniversário. Embora tenha sido composto de entrada e pratos principais, ele foi tirado do livro, que é de tapas. Todas as receitas estavam na seção de chefs da Andaluzia, que foi onde meu avô materno nasceu (embora o nome da família, Baladez, pareça ser da Cataluña). A família do Mario é do norte, celta.
Embora eu tenha feito adaptações na receita de Gazpacho, vou postar a receita original do livro. (o frango está mais fiel à receita original, pois foi o Mario que fez, e ele costuma seguir a risca). A tortilla de patata fiz como minha mãe faz, e não a do livro. Livro: Tapas - Las Mejores Tapas de Los Chefs Españoles, Fiona Dunlop.
Embora eu tenha feito adaptações na receita de Gazpacho, vou postar a receita original do livro. (o frango está mais fiel à receita original, pois foi o Mario que fez, e ele costuma seguir a risca). A tortilla de patata fiz como minha mãe faz, e não a do livro. Livro: Tapas - Las Mejores Tapas de Los Chefs Españoles, Fiona Dunlop.
1 kg de tomates carnosos de mata maduros, picados
500 gr de migas de pan fresco
175 ml de vinagre de Pedro Ximénez o vinagre de jerez de calidad
500 ml de aceite de oliva extra virgem
sal y pimienta al gusto
1. Ponga todos los ingredientes en el recipiente de la batidora eléctrica y bata hasta obtener una mezcla espesa y consistente.
2. Pruebe y rectifique la condimentación se es necesario. Refrigere es gazpacho 2 horas como mínimo. Sírvalo em vasos frios.
2 pechugas de pollo
aceite de oliva
150 gr de salmón ahumado a lonchas
pimienta al gusto
salsa curry (*postarei abaixo)
1. Coloque las pechugas de pollo sobre una rejilla dispuesta sobre una fuente de hornear; pincélelas con el aceite de oliva. Salzónelas y áselas en el horno precalentado a 150 graus Celsius durante 25 minutos. Deje esfriar las pechugas ligeramente. Baje la temperatura del forno para 120 graus Celsius.
2. Corte cada pechuga por la mitad a lo largo pero sin llegar al otro extremoo, como si se tratara de um libro. Abra las pechugas, rellénelas con varias lonchas de salmón y sazonelas con pimienta. Envuévelas con papel de aluminio y colóquelas en una fuente de hornar. Devuévelas al horno durante 20 minutos o hasta que el pollo esté bien cocido.
3. Retire las pechugas del envoltorio y corte cada una en 4 rodajas horizontales. Extiendelas sobre una fuente y vierta la salsa de curry por encima. Sirva la tapa enseguida.
Salsa de Curry - para 4 tapas
1/2 cebolla grande
1 cucharita de curry en polvo
125 ml de mayonesa
1. Retire la capa externa de la cebolla. Escáldela, escúrrala y píquela finamente.
2. Mezcle bien la cebolla con el resto de ingredientes en la batidora.
Agora em português :P
2 batatas grandes, em fatias de 3 mm
4 ovos médios
salsinha e cebolinha
azeite de oliva
sal a gosto
1. Aqueça azeite suficiente para "molhar as batatas" e frite-as até que estejam al dente.
2. Bata os ovos, a salsinha e a cebolinha picada finamente e acrescente o sal.
3. Adicione à panela com batatas a mistura dos ovos e frite. Corrija o sal se necessário.
Pode fazer como ovos mexidos, ou como uma omelete, se desejar. Gosto da que tem aspecto de ovos mexidos, além de ser mais fácil de fazer. :)
1/2 cebolla grande
1 cucharita de curry en polvo
125 ml de mayonesa
1. Retire la capa externa de la cebolla. Escáldela, escúrrala y píquela finamente.
2. Mezcle bien la cebolla con el resto de ingredientes en la batidora.
Tortilla de Patata
Agora em português :P
2 batatas grandes, em fatias de 3 mm
4 ovos médios
salsinha e cebolinha
azeite de oliva
sal a gosto
1. Aqueça azeite suficiente para "molhar as batatas" e frite-as até que estejam al dente.
2. Bata os ovos, a salsinha e a cebolinha picada finamente e acrescente o sal.
3. Adicione à panela com batatas a mistura dos ovos e frite. Corrija o sal se necessário.
Pode fazer como ovos mexidos, ou como uma omelete, se desejar. Gosto da que tem aspecto de ovos mexidos, além de ser mais fácil de fazer. :)
sexta-feira, 14 de março de 2008
Ética nos restaurantes - couvert não solicitado
Às vezes a gente tem que desabafar.
Tem muito restaurante por aqui e pelo mundo que oferece como cortesia um pãozinho ou algum outro couvert. Gosto disso, e mesmo quando estou disposta apenas a comer um prato único, acabo me rendendo a essas delicadezas, pois sou fã de pães e de belisquetes. (Adoro pão molhado no azeite!) Porém, existe um sem-número de restaurantes - pelo menos em terras brasileiras - que nos enfiam sem questionamento o serviço de couvert (não o artístico :P), assim, na maior invasão, na sua mesa. Depois ainda se tem a coragem de nos cobrar por isso, e por pessoa. Eu me irrito bastante com esse tipo de coisa, a ponto de ficar com antipatia do estabelecimento. Para mim é o cúmulo da grosseria e da falta de boa-fé de quem gerencia o lugar.
Do mesmo naipe, mas talvez um pouco menos pior, são os bares com aqueles garçons aceleradíssimos que vão nos enfiando copo atrás de copo de chopp, sem sequer nos questionar. Dá pra ficar tensa, porque se desviar o olhar dois segundos, é capaz de você ter seu chopp trocado três vezes. Mas vá lá, esse ainda tem gente que acha vantagem, vai entender.
E assim: um descuido e você tem que passar o constragimento de ter que chamar o garçom para devolver o que não pediu. E, embora eu tenha dito ser constragimento, porque vejo que é para boa parte das pessoas, eu pessoalmente não me constranjo e faço questão de devolver o que não pedi, especialmente quando sei que vai ser cobrado.
E é desse jeito que esse serviço é feito: no maior silêncio e rapidez. Quem duvida da má-fé? Gente esperta, querendo te servir (ou "desservir") desprevenido.
Respeito cabe em qualquer bar. Ou estou errada?
Tem muito restaurante por aqui e pelo mundo que oferece como cortesia um pãozinho ou algum outro couvert. Gosto disso, e mesmo quando estou disposta apenas a comer um prato único, acabo me rendendo a essas delicadezas, pois sou fã de pães e de belisquetes. (Adoro pão molhado no azeite!) Porém, existe um sem-número de restaurantes - pelo menos em terras brasileiras - que nos enfiam sem questionamento o serviço de couvert (não o artístico :P), assim, na maior invasão, na sua mesa. Depois ainda se tem a coragem de nos cobrar por isso, e por pessoa. Eu me irrito bastante com esse tipo de coisa, a ponto de ficar com antipatia do estabelecimento. Para mim é o cúmulo da grosseria e da falta de boa-fé de quem gerencia o lugar.
Do mesmo naipe, mas talvez um pouco menos pior, são os bares com aqueles garçons aceleradíssimos que vão nos enfiando copo atrás de copo de chopp, sem sequer nos questionar. Dá pra ficar tensa, porque se desviar o olhar dois segundos, é capaz de você ter seu chopp trocado três vezes. Mas vá lá, esse ainda tem gente que acha vantagem, vai entender.
E assim: um descuido e você tem que passar o constragimento de ter que chamar o garçom para devolver o que não pediu. E, embora eu tenha dito ser constragimento, porque vejo que é para boa parte das pessoas, eu pessoalmente não me constranjo e faço questão de devolver o que não pedi, especialmente quando sei que vai ser cobrado.
E é desse jeito que esse serviço é feito: no maior silêncio e rapidez. Quem duvida da má-fé? Gente esperta, querendo te servir (ou "desservir") desprevenido.
Respeito cabe em qualquer bar. Ou estou errada?
sexta-feira, 7 de março de 2008
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Papai Noel não existe - o bolo radiotivo
Vi anunciando por aí um tal de bolo de caneca, feito no microondas, facílimo de fazer. Vi muitas manifestações de "que maravilha!", "muito fácil!", "ótimo para fazer com as crianças", "estou empolgada para fazer testes e inovar a receita".
Diante de tamanha facilidade e com muito pouco a perder fui me arriscar a fazer o tal bolo. Ao ver o resultado fiquei sem entender o porque de tantos elogios. E não errei na receita não!, é a lei básica de várias coisas que vão ao microondas: vira borracha. O bolo é fofinho sim, fica cheiroso, até tem uma cara de bolo "normal", mas, convenhamos, parece uma esponja. O bolo simplesmente não esfarela! Para quem não experimentou e quer testar a bizarrice que agradou tanta gente, procure pela internet, porque apaguei a receita do bolo radioativo.
Diante de tamanha facilidade e com muito pouco a perder fui me arriscar a fazer o tal bolo. Ao ver o resultado fiquei sem entender o porque de tantos elogios. E não errei na receita não!, é a lei básica de várias coisas que vão ao microondas: vira borracha. O bolo é fofinho sim, fica cheiroso, até tem uma cara de bolo "normal", mas, convenhamos, parece uma esponja. O bolo simplesmente não esfarela! Para quem não experimentou e quer testar a bizarrice que agradou tanta gente, procure pela internet, porque apaguei a receita do bolo radioativo.
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